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Esclarecimentos sobre série de reportagens do Jornal O Globo | Jorge Picciani
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NOTA DE ESCLARECIMENTO

A série de reportagens “Encontros Marcados”, publicada na edição deste domingo, dia 3/4/16, e hoje, segunda-feira, dia 4/4/2016, não apenas omite importantes informações enviadas ao jornal, como também se baseia numa premissa falsa: a suposta lista de entrada que registra, entre janeiro de 2014 a junho de 2015, 7.854 visitas ao escritório da Agrobilara, propriedade da nossa família, na Barra da Tijuca.

Quando o próprio O GLOBO escreve, propositalmente de forma discreta, numa legenda do infográfico publicado na página 12 que “a lista completa obtida pelo GLOBO não informa as datas exatas de todas as visitas”, fica demonstrada a fragilidade da mesma e a irresponsabilidade do veículo ao dar publicidade a ela.    

Mas, antes de entrar neste ponto, vou me ater aos documentos enviados nos dias 24 e 28 de março ao repórter Chico Otávio e solenemente ignorados.

 

SOBRE OS DOCUMENTOS IGNORADOS

Foram enviadas planilhas, que cobrem um período de 15 anos (2001 a 2016), com os mapas das maiores compras e vendas feitas por empresários citados na matéria. Trata-se de documentos públicos, fornecidos pelo Programa Leilões, que tem fé pública para tal. A análise deste material mostra que:

1) Os citados na reportagem são criadores tradicionais, que compram não apenas da Monte Verde mas de vários outros criadores de todo o Brasil, e que os valores pagos por animais e prenhezes (embriões) da marca Monte Verde não diferem da média do mercado dos animais de elite.

Exemplos enviados:    

a) Luiz Roberto de Menezes Soares, citado na matéria, fez ao longo destes 15 anos 23 compras acima de R$ 100 mil com diferentes criadores de todo o Brasil, totalizando R$ 4,2 milhões em compras de valor superior a R$ 100 mil. E vendeu, no mesmo período, R$ 5,2 milhões. Dentre essas 23 compras, apenas uma foi com a Monte Verde (em 2010, ele adquiriu 50% de um animal por R$ 130 mil). O total comprado da Monte Verde, mesmo sendo esta uma das principais fornecedoras de genética do País, foi, portanto, insignificante dentro do volume investido por ele em animais de elite, conforme provam as planilhas.

b) O mesmo vale para a Mima Agropecuária, do Dr. Hugo Aquino, que existe há 35 anos – mais tempo até que a própria Monte Verde, que tem 31 anos. A Mima fez, entre 2014 e 2016, compras cuja média não difere da paga pelos animais da Monte Verde.

2) As planilhas mostram que os compradores dos animais da Monte Verde lucraram com esses negócios. Logo, a tese que o jornal tenta vender, de que os fornecedores poderiam estar pagando por favores recebidos por Picciani, não se sustenta.  

Exemplos enviados à reportagem:

a) No mapa de compras de Abid José Francisco Jr ficou demonstrado que, entre 2013 e 2014, foram comprados quatro animais da Monte Verde – totalizando R$ 470 mil, pagos em 30 parcelas. Sendo que o mapa de vendas enviado prova que, até março de 2016, ele já havia vendido, só com prenhezes (embriões) desses animais, um total de R$ 368 mil – e ele continua dono das vacas.

b) O caso citado pela reportagem sobre a investigação que o Ministério Público Estadual pediu arquivamento teve essa conclusão porque se demonstrou, com notas fiscais e abundantes provas, a total legalidade do negócio realizado. Sérgio Shcolnick (que teve contratos no Detran em 2003,  época em que Hugo Leal presidia o órgão, com quem Picciani não tem e nem nunca teve relação de proximidade) e dois sócios compraram, por R$ 511 mil, em 2004, em parcelas de 30 vezes, uma “barrigada” (aspiração de óvulos) da melhor vaca da Monte Verde no tradicional leilão que realizamos anualmente, há mais de 10 anos, no Copacabana Palace. Desta “barrigada”, nasceram sete animais. Três anos depois, Sérgio e seus sócios decidiram liquidar o plantel – e o fizeram com excepcional lucro em relação ao valor inicial do investimento. O MP recomendou o arquivamento porque, diferentemente da reportagem, analisou com seriedade os fatos e viu que estavam absolutamente dentro da legalidade.   Observação: em momento nenhum a reportagem nos questionou sofre essa investigação; caso contrário teriam tido os devidos esclarecimentos.

SOBRE A LISTA DE VISITANTES À AGROBILARA

Quanto o fato de a reportagem afirmar que, entre janeiro de 2014 a junho de 2015, houve 7.854 visitas ao escritório da Agrobilara, na Barra, digo, com toda a segurança, principalmente depois de o jornal ter admitido que a lista completa não traz as datas das visitas, que:

1) A lista foi falseada.

2) Obtida de forma ilegal por tratar-se de um bem particular, decerto por meio de corrupção praticada pelo jornal ou por terceiros, não poderia ter sido considerada uma fonte confiável.

3) Seria matematicamente impossível eu ter recebido todas essas visitas. Pois, no período mencionado, dadas as agendas que tive na época, eu não estive no escritório mais que 70 vezes nesses 18 meses.  A saber:

 a) De janeiro a junho 2014, eu coordenei  a pré-campanha do governador Pezão, tendo por isso intensa agenda externa.

b) A partir de julho de 2014, eu passei a cuidar da minha própria  campanha e das campanhas dos meus filhos, acumulando, ainda, a coordenação do movimento Aezão, de apoio á candidatura de Aécio Neves/Pezão no Rio, até 27 de outubro.

 c) Depois que me elegi deputado, passei a cuidar das tratativas para me eleger presidente da Alerj.

d) Após minha eleição como presidente da Alerj e o início dos trabalhos legislativos, em 2 de fevereiro de 2015, passei a ter uma intensa agenda pública, indo não mais do que umas duas vezes por semana à Agrobilara neste período.

 Portanto, contando sábados, domingos e feriados não estive mais que 70 dias no escritório da minha empresa. Para atender a todas essas pessoas que esta lista – que, repito, é falsa e criminosa – informa que foram ao escritório da Barra e que o jornal insinua que foram por mim recebidas, eu teria que ter atendido a uma média de 120 pessoas por dia – o que é humanamente impossível.

Quanto ao trocadilho que o jornal faz na primeira página de Domingo, 3/4, de que haveria uma “filial da Fazenda” no escritório da Agrobilara, lembro que, nos últimos anos, a secretaria Estadual de Fazenda foi chefiada por nomes da mais ilibada conduta, como Joaquim Levy, Renato Villela, Sérgio Ruy e Júlio Bueno, que podem testemunhar, assim como o ex-governador Cabral e o prefeito Eduardo Paes, se alguma vez interferi em assuntos de Estado para beneficiar quem quer que fosse. 

 

 Atenciosamente,
Jorge Picciani

 

 

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