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NOTA DE ESCLARECIMENTO | Jorge Picciani
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NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre a reportagem exibida nesta quarta-feira, dia 3 de fevereiro, pelo RJ TV 2ª edição, em que meu nome é levianamente exposto como se envolvido fosse com uma quadrilha composta por um lobista, empresários e policiais militares bandidos, presos em dezembro pela polícia, cabe esclarecer:

1. O Ministério Público afirmou, em nota, que não sou investigado porque não verificou elementos que justificassem procedimento neste sentido.

2. Durante a apuração dos fatos que levaram esta quadrilha à prisão, ficou provado, através de escutas telefônicas e pelo próprio testemunho dos agentes policiais infiltrados na operação, que o sr. Orson Welles, um lobista que tentava vender influência, tentou diversas vezes, sem sucesso, marcar audiências comigo através de telefonemas à minha chefe de gabinete.

Isso está descrito no relatório policial da investigação, na folha 333:”Orson Welles da Cruz, em razão de sua lotação na secretaria de governo, tem o costume de fazer contato com as mais variadas autoridades, nem sempre tendo efetivamente qualquer vínculo de intimidade com elas”.

Na folha 340, continua: “Quando indagado pelo infiltrado sobre a possibilidade de aquisição de equipamento pela Alerj, Joel (empresário preso) disse que apesar do que Orson falou (se referindo às reuniões anteriores), esse estaria desde setembro tentando marcar uma reunião com o deputado Jorge Picciani e não estaria conseguindo. As ligações telefônicas dos envolvidos realmente revelam que eles têm grande dificuldade de marcar essa reunião com o deputado Jorge Picciani”.

3. Apesar de a TV ter essas informações, relativas ao relatório policial, enviadas pela minha assessoria, elas foram ignoradas na reportagem..

4. Importante também esclarecer que nunca foi comprado, sequer licitado, o material que esta quadrilha pretendia vender para o Hospital da PM, através da Alerj.

Qualquer pessoa pública está sujeita a ter seu nome citado por bandidos que tentam vender uma influência que, na realidade, não têm. Mas os canais de comunicação precisam ter responsabilidade ao divulgar informações neste sentido, principalmente quando o Ministério Público se posiciona, oficialmente, ratificando a defesa ora exposta.
ATENCIOSAMENTE

Deputado Jorge Picciani

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