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Picciani: “Custo é igual unha, tem que cortar sempre” | Jorge Picciani
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Apesar dos projetos aprovados pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) em 2015 para ajudar a atenuar a grave crise econômica enfrentada pelo governador Luiz Fernando Pezão em seu primeiro ano de mandato – foram mais de 15 mensagens aprovadas em dez meses, garantindo fôlego ao Executivo no ano passado -, o presidente da Casa, deputado Jorge Picciani (PMDB), espera um 2016 ainda complicado. Propostas de mais cortes, medidas impopulares, como aumento de impostos e extinção de fundações e autarquias, estão em discussão, e precisarão da aprovação dos deputados na volta do recesso parlamentar.

Em entrevista à rádio CBN, nesta quarta-feira (13/01), Picciani afirmou que o parlamento estadual tende a apoiar boa parte das medidas, mas ressaltou que o Governo precisará explicar e justificar melhor cada uma delas. “No primeiro ano, apesar da boa vontade, os projetos vieram de forma muito pouco elaborada e muito superficiais. É preciso que ele (Pezão) demonstre claramente onde está cortando”.

O presidente da Alerj também falou sobre o apoio do PMDB à candidatura do secretário Pedro Paulo à sucessão do prefeito Eduardo Paes, e comentou a disputa pelo comando nacional de seu partido. Confira abaixo a íntegra da entrevista ou, se preferir, ouça aqui.

CBN: Qual o clima na Alerj para continuar votando projetos que possam ajudar o Governo do Estado a aumentar a arrecadação? Há um clima favorável, por exemplo, a votar projetos impopulares de aumento de impostos?

Jorge Picciani: O parlamento do Rio é um grande exemplo ao país. Independentemente das questões ideológicas e partidárias, todos os deputados tiveram um grau de responsabilidade e responderam imediatamente às solicitações do poder Executivo. Votamos mais de uma dezena e meia de projetos, muitos impopulares e com aumento de impostos, até porque tem a questão do princípio da anualidade, tem que votar em um ano para entrar em vigor no ano seguinte.

Nós demos todos os instrumentos que o governador Pezão precisou e pediu, que superou com dificuldades esse primeiro ano. Evidentemente que nós vamos enfrentar um segundo ano muito mais difícil. A minha condução será na tentativa de sensibilizar os deputados, que nós temos que pensar em 17 milhões de cariocas e fluminenses, e não na questão deste ou daquele governo. Mas o Governo tem que fazer a sua parte, tem que cortar duramente as despesas.

Quanto à indústria de petróleo, quando se diz que o Estado não foi perdulário, evidentemente que o Estado, em um determinado momento de bonança, inflado por seis anos de crescimento real das suas receitas acima de 7%, não cuidou de reduzir suas despesas. Custo é igual unha, você tem que cortar todos os dias. Eu falei essa semana com o governador Pezão que nós faremos todos os esforços para tentar convencer a maioria dos deputados a continuar ajudando o Estado. Acho que há essa boa vontade, embora a gente esteja no recesso e ainda não consigo medir isso direito.

Mas é preciso que o governo nos apresente de forma muito conclusiva e não superficial como tem sido até aqui. No primeiro ano, apesar da boa vontade, os projetos vieram de forma muito pouco elaborada e muito superficiais. É preciso que ele demonstre claramente aonde ele está cortando.

Quando ele (Pezão) propõe extinguir a Fundação Santa Cabrini, por exemplo, ele tem que passar essas atividades para a Seap (secretaria de Estado de Administração Penitenciária) porque você tem que continuar ressocializando os presos. Extingue a Santa Cabrini, e quanto que reduz? O que está sendo cortado? Como faz com os funcionários efetivos? Quando passa as atribuições para a Seap, quando custa isso? Será que vale a pena?

Por outro lado, eu acho que tem contratos que o Governo já tinha que ter extinguido. Por exemplo, distribuição e logística de remédios, custa R$ 4 milhões ao mês e R$ 50 milhões ao ano. Há mais de um ano e meio o Estado passou essas atribuições às OS´s nas Upas e nos hospitais do Estado. Então, eu não sei o porquê de continuar pagando, ou quando não paga continuar devendo. Eu venho defendendo que ele corte efetivamente os contratos. Eu aqui na Alerj, junto com a Mesa Diretora, apesar de uma inflação de 11%, apesar da luz, que é uma conta cara aqui, ter subido 50%, reduzimos o nosso custeio em mais de 10%. Os outros poderes não fizeram isso. Quer dizer, é preciso ter mais austeridade.

CBN: Agora queria conversar com Jorge Picciani que também é presidente do PMDB do Rio de Janeiro, sobre as eleições municipais. O prefeito Eduardo Paes continua insistindo em uma candidatura Pedro Paulo, enquanto há algumas informações de bastidores que dão conta de sondagens já feitas pelo PMDB de que seria uma candidatura muito difícil, após as informações de agressões cometidas por Pedro Paulo contra a ex-mulher. Como o senhor vê a possibilidade e viabilidade da candidatura Pedro Paulo?

Picciani: Primeiro quero retificar dois pontos. Não é o prefeito Eduardo Paes que tem insistido, o partido está unido em torno da candidatura do deputado Pedro Paulo. O segundo ponto é em relação a sondagem. Não tem nenhuma sondagem que aponte grau de dificuldade maior ou menor na candidatura do deputado Pedro Paulo. Há um grau de dificuldade em relação a todas as candidaturas. A imagem negativa de todos aumentou. Se você pegar a do Marcelo Freixo, a imagem negativa dele aumentou, a do Pedro Paulo aumentou também.

Sem entrar no mérito que cabe ao Pedro Paulo explicar e vir ao público de forma mais nítida e assumir as responsabilidades dos seus atos, acho que ele fez isso mas tem que fazer de forma mais contundente, ele é extremamente preparado. Sem diminuir a importância desse fato, que consideramos um fato grave, que não deve ocorrer e que deve levar uma pessoa a pedir perdão público, perdão é bíblico. As pessoas têm o direito de errar, as pessoas erram na vida, mas as pessoas têm o direito a uma segunda oportunidade, as pessoas não podem, ao pedirem perdão, voltarem a cometer, pelo contrário, têm que lutar para se redimir, fazendo políticas públicas em defesa das mulheres, em defesa dos idosos, das crianças. Acho que o Pedro é um homem preparado, tem gabarito e capacidade, é um dos melhores quadros do partido no estado do Rio de Janeiro e no país. Tem condições de tocar uma prefeitura vigorosa como a do Rio de Janeiro. Todas as prefeituras do país passam por grandes dificuldades, e o prefeito Eduardo Paes, que contou muito com a ajuda do Pedro, consegue manter uma prefeitura e tocar todas as suas atribuições.

Só neste final de semana estaremos inaugurando 10 clínicas da família, são mais de 138 escolas novas sendo inauguradas, são mais de 40 clínicas da família. Então há investimento social, há compromisso com a população, há compromisso com a mulher e o Pedro saberá levar essa defesa de continuidade do governo do PMDB e do prefeito Eduardo Paes.

Então, há um sentimento maduro de firmeza de todo o partido, inclusive dos movimentos sociais do partido, movimento sindical, movimento da juventude. Essa semana mesmo a presidenta da juventude me falava que está convidando o Pedro para a Convenção da Juventude Estadual do PMDB. Nós vamos enfrentar e vamos deixar esse julgamento da candidatura do Pedro a cargo da população do Rio de Janeiro.

CBN: Para encerrar, queria falar sobre o cenário nacional do PMDB. O senhor apoia a intenção de Renan Calheiros de ocupar a presidência do partido?

Picciani: Eu falei com o Renan para desejar a ele e a família um feliz 2016 na passagem de ano, e em momento nenhum o Renan demonstrou ou tocou nesse assunto de candidatura no PMDB. A nossa posição é de trabalhar pela unidade partidária. Eu apoiei o Temer em todas as suas eleições, inclusive quando o Rio de Janeiro rachou para apoiar o ex-ministro Jobim eu fiquei com o Temer. Mas eu tenho uma dívida de gratidão com o senador Renan. Se não for possível ter a unanimidade no partido para a recondução do presidente Temer e se tiver disputa e essa disputa tiver do outro lado uma liderança, seja o Renan candidato ou um candidato indicado por ele, nós estaremos com o Renan.

Fonte: Comunicação Social – Alerj

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